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BLOG DO TREINADOR: A VOLTA DA PAMPULHA VEM AÍ E AS CLÍNICAS DE FISIOTERAPIA IRÃO ENCHER

A VOLTA DA PAMPULHA VEM AÍ E AS CLÍNICAS DE FISIOTERAPIA IRÃO ENCHER

Rodrigo Lacerda (*)

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Todos anos a história se repete: em meados de outubro e início de novembro começa uma forte divulgação para a Volta Internacional da Pampulha. Logo percebemos uma grande movimentação de pessoas correndo nos parques, ruas e na própria orla da lagoa.

Nessa época, a procura por uma assessoria esportiva cresce também. Felizmente, algumas pessoas sabem da necessidade de uma preparação específica. Porém, faltando apenas um mês para o evento, me sinto na obrigação moral de não aceitar o cliente.

Isso mesmo: na entrevista com o possível novo atleta, uma das perguntas-chave é qual o objetivo em entrar para a assessoria. Se a resposta é correr a Volta da Pampulha, entra em ação uma série de outros questionamentos sobre a vivência esportiva, histórico médico, testes para averiguar o nível de condicionamento, solicitação de exames cardiológicos, entre outros.

Na maioria das vezes sou obrigado a explicar ao possível novo cliente que ainda não é o momento para realizar esta prova. 18 quilômetros não é uma distância para quem não está preparado adequadamente. Felizmente, a maioria dos avaliados aceita o diagnóstico e começa a treinar mudando a meta inicial.

Me lembro que na época de faculdade um professor que tinha formação em Fisioterapia costumava brincar: “A época do ano que eu mais gosto é dezembro, pois após da Volta da Pampulha minha clinica enche…”

Já me formei há alguns anos e isso continua acontecendo.

Mas não quero desanimar o leitor. É exatamente nesta época que você deve começar a se preparar para a Volta da Pampulha, porém para a de 2016.

(*) Diretor e Treinador da Endorfina Assessoria Esportiva

BLOG DO TREINADOR: TREINAMENTO CONCORRENTE – VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO?

TREINAMENTO CONCORRENTE: VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO?

Lucas Alcântara

imagem_post2Muitos alunos já me perguntaram se devemos fazer primeiro a musculação e depois uma atividade aeróbica, ou se o inverso também pode ser feito, sem que ocorra prejuízo nas duas atividades. Sempre respondo fazendo outra pergunta: Pra quê e por quê? Read More

A ENDORFINA E MAIS UM SHOW DE NOVIDADES. SE LIGA!

circuito das estaçoes

Volta Internacional da Pampulha

Estamos a exatamente um mês e meio do maior evento de corrida de rua de Minas Gerais. Os treinos entrarão em fase de intensificação a partir de agora. Para auxiliar nos treinos longos, já estamos trabalhando com dois pontos de apoio aos sábados, o tradicional PA1, próximo à entrada do parque ecológico e da Toca da raposa e o extra, PA2, próximo à AABB. O PA1 tem horário de atendimento no período de 7h45 às 11h e o PA2 de 8h às 10h30. Programe seu treino para usufruir deste suporte. 

Reserve as seguintes datas: Sábado, dia 5 de dezembro, teremos o almoço de massas pré-Volta da Pampulha e Domingo, dia 6 de dezembro, logo após a prova, o churrascão de confraternização de final de ano irá tomar conta da base Endorfina. Ambos eventos serão abertos a todos os Endorfinados e seus convidados, não somente aos que participarão da Volta da Pampulha.

Não esqueça de realizar a sua inscrição, os organizadores enviaram um comunicado dizendo que as vagas já estão acabando. Não fique de fora: www.voltadapampulha.com.br

Novo sistema de treinamento

Chegou a hora de migrar para o novo sistema de treinamentos. Com o objetivo de atualizar dados precisamos que faça novamente seu cadastro. A partir de Novembro, todos os treinamentos serão planejados e enviados através desta nova plataforma, acesse e cadastre-se:

clubeendorfina.treinus.com.br

Din Din Endorfina

O final de ano está ai e você acumulou muitos Din Dins da Endorfina. Para ajudá-lo a gastar, até o dia 30 de novembro todos os materiais da loja da Endorfina poderão ser pagos em até 50% com a nossa moeda oficial. Lembrando que 1 Din Din = R$0,20. Aproveite pois o estoque é limitado.

Prova do mês Novembro

No mês de novembro, a Endorfina estará com estrutura de atendimento aos alunos na prova Circuito das Estações, já estamos realizando as inscrições. Garanta o quanto antes a sua!

Inscrições até dia 21 de novembro pelo e-mail:adriana@clubeendorfina.com.br

 

MÚSICA NA CORRIDA: AJUDA OU ATRAPALHA?

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Primeiro, veja o que pensa o treinador CARLOS GOMES VENTURA:

“Correr ou caminhar com headfones é uma maneira agradável de se fazer uma atividade aeróbia. Sintomas de cansaço, ansiedade para terminar a atividade, pensamentos sobre problemas do dia a dia, são amenizados com a companhia de música, notícias, informações. O individuo consegue ter um bom rendimento e as características de fadiga, cansaço, preocupações, acabam não atrapalhando o desenvolvimento.

O principal problema é que com os headfones a pessoa às vezes fica distraída e pode, ao atravessar uma rua, não ouvir uma buzina, ou correndo em uma estrada não ouvir o que acontece no trânsito. Por isso, com headfone ou não, sempre sugiro que os atletas corram ou caminhem no fluxo contrário ao do trânsito (na contramão).

Eu mesmo durante meus trotes ou caminhadas, consigo atingir os tempos que programei ouvindo noticiário do dia e completando os percursos com muita tranqüilidade.O individuo consegue uma melhor performance quando seus pensamentos saem do que está fazendo e se situa em coisas agradáveis, como música essencialmente.

Somente a atletas de alto nível não recomendo o uso de headfones, pois os objetivos são diferentes.”

O treinador NILSON DUARTE MONTEIRO, contudo, pensa diferente:

Eu particularmente não consigo correr com headfones. Primeiro que ficam caindo, segundo que tira minha atenção e terceiro: eu gosto de correr olhando para a paisagem.

Eu penso que não é uma boa correr com esse troço no ouvido, pois tem o problema do cara acostumar a usar essa porcaria e no futuro ter problemas de audição. Outro problema é para quem corre no asfalto por falta de opção de lugares melhores para se correr, pois desvia a atenção do corredor, o cara não escuta os perigos que possam vir por trás, como carros, bicicleta, ou na hora de atravessar uma rua não ter atenção e nem escutar o que vem do outro lado, ou seja, pare, olhe e escute.

Essas geringonças tiram a concentração. O cara sai para treinar, estou falando não só de corredores profissionais, mas, também dos amadores que querem melhorar suas marcas, então, com essas coisas nos ouvidos ele se distrai com uma música e não presta atenção no ritmo que deveria empregar no treino.

Não sei se vocês já notaram, velocistas usam essas coisas, mas, só no aquecimento, na hora do treino ou da competição o bagulho está na bolsa. Vocês já viram algum corredor de fundo de elite correr com esses troços nos ouvidos? Não, porque eles tem que estar concentrado na prova.

O grande Haile Gbressalassie quando quebrou o recorde dos 10.000m, num deles, ele pediu para os organizadores do meeting que tocassem uma música que ele gostava muito nos auto-falantes do estádio, pois aquela música o motivava, mas, era nos auto-falantes do estádio, ele não estava com os headfones, e nem poderia, pois o ritmo que ele imprime nas competições não deixaria o fones de ouvidos parar no lugar e nem os organizadores permitiriam que ele corresse com eles.

Resumindo: quer escutar uma boa música para relaxar, deite-se na sala ou no chão do quarto, feche os olhos e deixe o som rolar. Trabalhando, se exercitando, sei lá, fazendo qualquer coisa, não é bom ficar com essas porcarias nos ouvidos. Além de tirar a atenção, prejudica a audição.”

O professor LUÍS TAVARES tem uma opinião mais moderada:

“Ajuda em termos de ser um motivador enquanto corre, disfarçando o cansaço e fazendo com que o tempo passe mais rapidamente.

Porém, deve-se evitar escutar em um volume muito alto, ao ponto de não escutar os ruídos externos, como buzina. Uma forma de perceber se o som está em um nível satisfatório de segurança, é de você poder correr com seu companheiro e conversar normalmente, mesmo com o som ligado. Se estiver escutando seu amigo falar normalmente, o som está em um volume bom.

Eu particularmente aconselho meus alunos a usarem músicas apenas em treinos mais longos, e depende muito do tempo de corrida.

Já os trabalhos mais específicos como trabalhos intervalados ou fartlek, onde exige mais atenção, não aconselho música para não atrapalhar sua concentração.”

DOMINGO TEM VOLTA ENDORFINADA NA CONTORNO!

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Quarta Volta Endorfinada da Contorno (VEC)

Como já é de tradição, no próximo final de semana realizaremos a quarta edição da nossa Volta Endorfinada da Contorno.

Para quem não conhece, é um treino especial onde percorremos os 12km da Avenida do Contorno. Um treino com muitas subidas e descidas, bom para quem quer variar um pouco.

Saiba mais:

Dia 11 de outubro
Encontro às 7h30 no estacionamento da Trigopane (R. Grão Mongol, 202 – Sion) – O estacionamento da Padaria NÃO será disponibilizado para nossos alunos, favor estacionar próximo ao local.
Largada pontualmente às 8h.

Percurso de 12km
Pré requisitos:
1. Ser aluno da Endorfina
2. Correr 10km em no máximo 70 minutos.

Apoio com água e Gatorade durante o percurso

Após o termino da VEC, nos reuniremos para tomar café da manhã na Trigopane
(Buffet de café da manhã a R$25,00 por pessoa)

Confirme sua participação na enquete do Khronos.

BLOG DO TREINADOR – TREINAMENTO CONCORRENTE: VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO?

TREINAMENTO CONCORRENTE: VOCÊ ESTÁ NO CAMINHO CERTO?

Lucas Alcântara (*)

lucas

Muitos alunos já me perguntaram se devemos fazer primeiro a musculação e depois uma atividade aeróbica, ou se o inverso também pode ser feito, sem que ocorra prejuízo nas duas atividades. Sempre respondo fazendo outra pergunta: Pra que e por que? Read More

BLOG DO TREINADOR: MORTE SÚBITA E ATIVIDADE FÍSICA

MORTE SÚBITA E ATIVIDADE FÍSICA

Rodrigo Lacerda (*)

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Na última semana, recebemos uma triste notícia. Um corredor de Belo Horizonte, após um treino, ao ir para casa, passou mal e faleceu. Sempre que fatos como esse acontecem, procuramos estabelecer uma relação entre o exercício físico e a morte. Em função deste acontecimento, resolvi escrever sobre morte súbita e atividade física. Sobre este assunto podemos nos direcionar tanto para aspectos preventivos, quanto nos alertar para fatores relacionados à prática esportiva como a causa da morte súbita.

O exercício físico deve ser visto como mocinho ou vilão nessa trágica história? Por um lado, temos a parte preventiva, de outro existe um risco definido de se morrer subitamente durante ou após a atividade física. Por esse motivo, a morte súbita relacionada ao exercício deve ser analisada de forma muito cuidadosa.

Definimos como morte súbita relacionada aos exercícios a morte que ocorre durante a  realização de atividade física ou até uma hora após seu término. Devemos agregar a essa definição mais um fato extremamente importante: a morte deve ser provocada por algum transtorno no funcionamento normal do sistema cardiovascular.

O hábito de exercitar-se proporciona um efeito preventivo no que se refere a doenças arteriais coronárias. A melhora no condicionamento físico também relaciona-se a alterações benéficas no percentual de gordura corporal, à diminuição na frequência cardíaca e na pressão arterial de repouso.

Porém, uma pequena parcela das pessoas possuem patologias que fazem com que o exercício possa perder esse papel de proteção contra ataques cardíacos. Essas patologias independem do nível de condicionamento físico, podendo acometer atletas altamente treinados ou pessoas que praticam exercícios físicos apenas eventualmente. A morte súbita é a mais grave manifestação dessa situação, sendo vital para o médico e, em especial, para o cardiologista, conhecer e saber identificar em quais situações o exercício físico deva ser desaconselhado.

O exercício físico não deve ser encarado como único responsável pelo evento morte súbita, mas sim como coadjuvante em um sistema complexo que envolve uma patologia preexistente, por vezes silenciosa, e um momento crítico, que altera o equilíbrio de forma a iniciar a cadeia de eventos que culmina com a morte súbita.

Sabendo que o exercício pode ter um papel contributivo na morte súbita em alguns subgrupos de indivíduos, o primeiro pensamento do senso comum, ou seja, pessoas não preparadas para opinar sobre o assunto, poderia ser o da generalização, servindo então como subsídio para desaconselhar a prática de exercícios objetivando a diminuição no risco relativo. Se o exercício físico pode aumentar o risco relativo de eventos, o risco absoluto permanece muito baixo e a chance da ocorrência de tais eventos é pequena. Para se ter uma ideia de números, a morte súbita entre os maratonistas tem sido estimada em um atleta morto para cada 50.000 (0,002%). Além disso, o exercício físico regular é capaz de proteger o indivíduo de eventos coronários em momentos de atividade física não programada, os quais são, em geral, impossíveis de serem evitados.

Embora a morte súbita durante o exercício seja um evento incomum, aquelas pessoas em risco devem ser identificadas e aconselhadas quanto às suas condições.

Através da anamnese, exame físico, eletrocardiograma, eco-doppler e de outros exames, quando necessários, os atletas sob risco de morte súbita podem, em geral, ser identificados. Uma história familiar de morte súbita pode servir como uma pista importante para atitudes preventivas.

A decisão de desaconselhar atividade física deve ser fundamentada em um risco realmente presente. Se feita erroneamente, tal decisão estará privando o indivíduo de uma medida simples e com real utilidade para diminuir os riscos de outros problemas cardiovasculares. Logo, a atividade física regular pode produzir benefícios múltiplos, não apenas sobre a doença arterial coronária, mas também sobre seus fatores de risco.

Mantenha sua rotina médica em dia, a indicação de check-ups para indivíduos de até 50 anos é anual. Acima dos 50 anos a recomendação é consultar o médico semestralmente.

Bons treinos!

(*) Treinador da Endorfina Assessoria Esportiva

BLOG DO TREINADOR: CORE – NÃO DESPERDICE UM TIRO DE CANHÃO DE DENTRO DE UMA CANOA

LUCAS ALCÂNTARA (*)

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É quase certo que você já deve ter ouvido a palavra “CORE”, seja na academia, nos treinos da Endorfina, nas aulas de pilates ou nas revistas e noticiários fitness. Mais importante do que ter ouvido falar, é saber seu significado e importância. Read More

BLOG DO TREINADOR: TUDO É MAIS DIFÍCIL PARA AS MULHERES

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CAIO CASTRO (*)

Todos nós, homens, já escutamos, ao menos uma vez, a frase de uma mulher: – Queria ver se vocês menstruassem, tivessem TPM, engravidassem, fizessem mil coisas ao mesmo tempo… Vocês são muito moles! (hahaha). Read More

BLOG DO TREINADOR: CONTRA A NATUREZA

CONTRA A NATUREZA

Thiago Araújo (*)

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O artigo do mês passado, em que abordei sobre a saúde da mulher, a respeito de suas particularidades dentro do ciclo menstrual, teve uma repercussão tão bacana, com várias mulheres passando a se entender mais na corrida, que optei por dar continuidade ao universo das “Donzelas de Tênis”.

Que mulher já não se sentiu hostilizada, principalmente por homens e até mesmo por outras mulheres, pelo fato de se dedicarem a alguma modalidade esportiva com tanta garra, pois ali descobriu seu talento? Bom, esta foi uma cultura plantada há seculos pelo mundo machista, que defendia que a mulher era apenas uma dona de casa, um ser frágil e que não poderia fazer as mesmas coisas que os homens. Até mesmo o Barão Pierre de Coubertain (fundador do Jogos Olímpicos Modernos) disse uma vez: “Esportes para mulheres são todos contra a natureza”.

Imagina o peso se uma informação dessa fosse divulgada para o mundo. Muita gente tomaria como verdade, não acha?

Agora, vamos entender de fato algumas diferenças fisiológicas do homem para a mulher, que talvez tenham influenciado tal cultura:

– O Débito Cardíaco (capacidade de bombeamento de sangue pelo coração em 1 minuto) na mulher chega a ser 10% menor do que o do homem.

– O volume sanguíneo (quantidade de sangue circulante) é aproximadamente 20% menor nas mulheres, quando se compara a homens de mesma massa corporal.

– A mulher chega ter menos 10% de hemoglobina (proteína que permite o transporte de oxigênio), comparado a homens com mesmo volume sanguíneo.

– A formação da pélvis da mulher diminui a eficiência mecânica, devido a um aumento do ângulo do osso quadril para manter os joelhos mais próximos um do outro.

– Para um homem com mesmo peso corporal, a média das mulheres possui 10% mais gordura, que aumenta a sobrecarga a ser transportada.

– O Tendão de Aquiles (Tendão Cancâneo), que é importante na impulsão durante a corrida, é mais curto na mulher.

– Estresse fisiológico e psicológico, devido ao ciclo menstrual.

– A Capacidade Vital (volume máximo de oxigênio utilizado pelos pulmões) de uma mulher é, aproximadamente, 10% menor que a de um homem.

De fato, fica explícito que, fisiologicamente, as questões apontadas acima têm fundamento científico, mas, sinceramente, observamos no dia-a-dia diversas mulheres que são mais que exemplos de superação, são provas vivas da adaptação fisiológica, das estratégias de treinamento e da evolução da espécie.

Mas os estudos apontam uma vantagem das mulheres: a capacidade semelhante a dos homens de oxidar ácidos graxos (mobilizar gorduras como fonte de energia), que podem dar às “Donzelas de Tênis” um corpo de frente em eventos de longa duração, principalmente em mulheres não-treinadas comparadas a homens não-treinados.

Então, meninas, vamos pra pista!!!

* Thiago Araújo é treinador da Endorfina Assessoria Esportiva e fisiologista do Esporte