RENATA DO CARMO: ALGUÉM ME DISSE?

ALGUÉM ME DISSE?

Renata do Carmo (*)

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Por mais que você tenha se informado ou receba orientações de profissionais, alguns percalços nunca são contados pra você até que aconteçam. Até porque cada experiência é única. Como aquelas mães de primeira viagem que descobrem que amamentar, por exemplo, não começa tão naturalmente como naquele comercial de sabonete. Read More

BLOG DO TREINADOR: LUCAS ALCÂNTARA – TREINAMENTO FUNCIONAL NA ENDORFINA: O DESAFIO SEMANAL E O DESAFIO DOS DESAFIOS

TREINAMENTO FUNCIONAL NA ENDORFINA: O DESAFIO SEMANAL E O DESAFIO DOS DESAFIOS

lucas

Lucas Alcântara (*)

Há alguns textos passados expliquei a diferença entre a metodologia do treinamento funcional e a musculação. Dessa vez resolvi falar como acontece o treinamento funcional na Endorfina, até porque, vem novidades por aí! Read More

LUCIANA MACHADO: VIDA CORRIDA

VIDA CORRIDA 

Luciana Machado (*)

Bike em casa

Bike em casa

Ai que delicia de vida corrida! Calçar um tênis e sair por aí, livre, leve e solta, correndo onde quer que esteja: em BH ou em cada cidade por onde passo nas minhas viagens, seja a trabalho ou passeio. Ai que saudade de tudo isso! Read More

SIMULADOS E EVENTOS DE FINAL DE ANO DA ENDORFINA

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Olá Endorfinado!

Chegamos à reta final de preparação para a Volta Internacional da Pampulha. Fique por dentro dos dois eventos desta semana:

Amanhã, quinta-feira (19/11), realizaremos a tradicional Volta Noturna da Pampulha.

Cronograma do evento:

Encontro: 18h30

Aquecimento: 18h45

Largada: 19h

Logística:

Ponto de apoio 1) Próximo à Toca da Raposa – Água

Ponto de apoio 2) Próximo à AABB – Água e Gatorade

Ponto de apoio 3) Próximo ao PIC – Água

Ponto de apoio 4) Próximo à Praça da Iemanjá – Água e Gatorade

Carro de apoio: Acompanhando os últimos corredores até completarem a volta.

Pós treino: A Lanchonete Reserva Natural está preparando a noite do cachorro quente para matar a fome dos 18K.

Sábado, dia 21/11. Simulado Volta da Pampulha.

Este treinão tem como objetivo simular as condições da Prova, largada no mesmo horário do evento.

Encontro: 7h30

Aquecimento: 7h45

Largada: 8h

Ponto de apoio 1: Próximo à Toca da raposa;

Ponto de apoio 2: Próximo à AABB;

Ponto de apoio 3: Próximo ao PIC;

Ponto de apoio 4: Próximo à Praça da Iemanjá;

Não fique de fora dos nossos eventos de final de ano: 

Dia 05/12: – Almoço de massas: Nossa última preparação será uma supercompensação de carboidratos na véspera da prova Volta Internacional da Pampulha, reservamos um local especial e um cardápio balanceado para que você.

Dia 6/12: – Logo após a corrida – Churrascão de confraternização de final do ano!!! Todos estão convocados!

Investimentos:

Almoço de Massas: R$80,00

Churrascão: R$70,00

Combo: Almoço + Churrascão: R$140,00

Reserve seu lugar até o dia 24/nov. Após esta data os eventos terão acrescimo de R$10,00 cada.

 

ACESSÓRIOS PARA UMA BOA CORRIDA: QUANDO OPTAR POR UM TÊNIS MINIMALISTA?

adidas minimalista

Uma tendência do mercado esportivo vem fazendo a cabeça de alguns corredores. Calçados que simulam a sensação de estar correndo com os pés descalços, e que, ao mesmo tempo, protegem os atletas de eventuais riscos por correr sem um pisante. São os chamados tênis minimalistas. Eles têm o solado baixo, proporcionam mais contato com o piso e absorvem menos impacto durante a corrida.

Segundo a fisioterapeuta Fernanda Oaigen, da assessoria esportiva Just Run (Florianópolis), a diferença básica entre correr com um tênis comum de corrida e um minimalista está na forma como o corredor exercerá o movimento durante a corrida. “Os minimalistas tendem a imitar a pisada natural, com os pés descalços. Com eles, há uma tendência do corredor utilizar mais o antepé [ponta dos pés] durante a corrida”, diz.

“Assim, há uma menor ação na parte traseira do pé, sendo desnecessário um bom amortecimento nesta região, devido ao pouco contato do calcanhar com o solo durante a execução do movimento”, completa.

A fisioterapeuta explica que quando tocamos o chão com a parte frontal dos pés, naturalmente flexionamos os joelhos e amortecemos o impacto da corrida. Ao contrário do que acontece quando a pisada é com o calcanhar, já que as articulações da perna ficam mais estendidas e acabam sofrendo menos.

Apesar da mecânica da corrida minimalista exigir menos dos joelhos, ela pode acabar forçando a musculatura. “Uma mudança significativa é na maior solicitação dos músculos da perna, principalmente o Gastrocnêmio e o Sóleo, a famosa panturrilha. Com a corrida na ponta dos pés, essa região acaba sendo utilizada como amortecedor e propulsor do movimento”, explica o treinador Leonardo Marmitt, também da Just Run.

Por isso, ambos os especialistas não recomendam que corredores acima do peso ou que pretender percorrer grandes distâncias utilizem esse tipo de calçado. “Eu relaciono os tênis minimalistas a treinos de velocidade e de curta distância. Indicaria a corredores de baixo peso e sem problemas articulares prévios”, diz a fisioterapeuta.

O treinador Marmitt ressalta que os corredores que quiserem apostar em tênis minimalistas devem ter uma boa força muscular nos membros inferiores. Além de partir para treinos mais velozes. “Treinamentos mais rápidos e curtos são um bom caminho para uma possível transição do calçado com mais sola para os minimalistas. Dessa forma, o corredor poderá adaptar-se aos poucos a essa nova mecânica de corrida”, afirma.

De acordo com o diretor técnico da Butenas Assessoria Esportiva – de São Paulo (SP) –, Marcello Butenas, é importante fazer a transição de forma gradativa. “Quando o treino estiver acabando, coloque o tênis minimalista e corra por cerca de 10 minutos”, explica. “Se o corpo responder bem, aumente para 15, 20 minutos no próximo treino, sempre aos poucos, para que não ocorra nenhuma lesão.” Segundo Butenas, os calçados baixos não são indicados para corridas mais longas do que 45 minutos.

“Fundamental mesmo é o acompanhamento de um profissional capacitado para realizar essas observações, indicar o calçado ideal para seu tipo de pisada e mecânica de corrida. Isso facilitará o processo de evolução no esporte”, encerra Marmitt.

Matéria da revista O2 por Minuto.

DIEGO BERTOZZI: HÁBITO, O NOSSO MAIOR AMIGO (OU INIMIGO)

HÁBITO, O NOSSO MAIOR AMIGO (OU INIMIGO)

Diego Bertozzi (*)

diego bertozzi

No meu dicionário, ‘alvo’ também é conhecido como 6 de dezembro. Quero antecipar em 2 dias meu presente de aniversário com um bom desempenho na Volta da Pampulha. Os treinos estão mais puxados: 12, 14, 16 km… Read More

CORRER À NOITE: A ALTERNATIVA PARA FUGIR DO CALOR EXIGE ALGUNS CUIDADOS

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Correr no período da noite é uma tendência comum para quem tem pouco tempo ou quer fugir do calor, sobretudo no verão. Provas noturnas, que unem um clima de balada com corrida – como a Night Run – também já fazem parte do calendário de muitos atletas profissionais e amadores. Veja algumas dicas antes de calçar os tênis e partir para as ruas ao escurecer.

Cansaço do dia a dia

“Um dos inconvenientes de se treinar à noite pode ser o do estresse do dia, acumulados durante o trabalho, já que o corpo passou por pelo menos 12 horas acordado e pode estar sobrecarregado pelo esforço físico e emocional dos afazeres diários”, afirma o Miguel Sarkis, diretor técnico da assessoria de corrida que leva o seu nome.

Tarefas rotineiras tendem a consumir as energias do corredor, que pode não ter condição física o suficiente para treinar no fim de sua jornada diária. Para resolver este problema, o treinador recomenda: “observe se sua percepção para as condições físicas demonstra evidências de bem estar. Isso poderá favorecer um melhor aproveitamento da carga de treino que deseja para este período.”

Visibilidade

É fundamental que o corredor chame a atenção de quem passa pela rua, para evitar acidentes, já que é mais difícil de ser enxergado à noite. “Existem roupas feitas com tecido refletivo, desenvolvidas realmente com este intuito de chamar a atenção em locais mais escuros”, diz Daiana Priscila Voigt Gamboa, treinadora da assessoria esportiva BK Sports. “Correr contra o fluxo também é mais indicado, porque, se o motorista não ver o corredor, pelo menos ele vê o carro.”

“É bom que o atleta escolha locais que já conheça, para evitar os buracos e outros obstáculos comuns nas vias, causadores de muitas lesões”, completa.

Alimentação

Muitas vezes, quem treina no período noturno tem o almoço como a sua última refeição completa antes de correr. Isso pode interferir no rendimento e até mesmo colocar a saúde em risco. O ideal é fazer um lanche balanceado antes do treinamento ou prova. “Um erro que o corredor nunca deve cometer é correr em jejum. As frutas são boa opção, e alimentos que contenham carboidrato também são importantes, já que dão a energia necessária para a prática do esporte”, aconselha Ronaldo Martinelli, diretor técnico da 5 Ways Sports Consulting.

“Saco vazio não para em pé. Sempre aconselhamos quem pratica o esporte a comer a cada três horas, para manter o organismo em funcionamento. Porém, esse lanche não pode ser algo muito pesado antes dos treinamentos, para que o atleta não venha a passar mal”, completa Daiana.

Originalmente publicada na revista 02 por Minuto. 

CANELITE: FORTES DORES NA CANELA PODEM TIRAR VOCÊ DAS CORRIDAS. SAIBA COMO EVITÁ-LAS

canelite

Ela começa como uma  dorzinha na lateral da canela durante seus treinos. E certamente pode piorar naqueles dias de corridas longas. O perigo é desconhecer que esse sinal, intenso durante o aquecimento e que pode desaparecer em seguida, início da canelite, evolui para uma dor forte e constante, capaz de interromper sua corrida, ou até mesmo impedir seu caminhar no dia a dia. Read More

A ENDORFINA E MAIS UM SHOW DE NOVIDADES. SE LIGA!

circuito das estaçoes

Volta Internacional da Pampulha

Estamos a exatamente um mês e meio do maior evento de corrida de rua de Minas Gerais. Os treinos entrarão em fase de intensificação a partir de agora. Para auxiliar nos treinos longos, já estamos trabalhando com dois pontos de apoio aos sábados, o tradicional PA1, próximo à entrada do parque ecológico e da Toca da raposa e o extra, PA2, próximo à AABB. O PA1 tem horário de atendimento no período de 7h45 às 11h e o PA2 de 8h às 10h30. Programe seu treino para usufruir deste suporte. 

Reserve as seguintes datas: Sábado, dia 5 de dezembro, teremos o almoço de massas pré-Volta da Pampulha e Domingo, dia 6 de dezembro, logo após a prova, o churrascão de confraternização de final de ano irá tomar conta da base Endorfina. Ambos eventos serão abertos a todos os Endorfinados e seus convidados, não somente aos que participarão da Volta da Pampulha.

Não esqueça de realizar a sua inscrição, os organizadores enviaram um comunicado dizendo que as vagas já estão acabando. Não fique de fora: www.voltadapampulha.com.br

Novo sistema de treinamento

Chegou a hora de migrar para o novo sistema de treinamentos. Com o objetivo de atualizar dados precisamos que faça novamente seu cadastro. A partir de Novembro, todos os treinamentos serão planejados e enviados através desta nova plataforma, acesse e cadastre-se:

clubeendorfina.treinus.com.br

Din Din Endorfina

O final de ano está ai e você acumulou muitos Din Dins da Endorfina. Para ajudá-lo a gastar, até o dia 30 de novembro todos os materiais da loja da Endorfina poderão ser pagos em até 50% com a nossa moeda oficial. Lembrando que 1 Din Din = R$0,20. Aproveite pois o estoque é limitado.

Prova do mês Novembro

No mês de novembro, a Endorfina estará com estrutura de atendimento aos alunos na prova Circuito das Estações, já estamos realizando as inscrições. Garanta o quanto antes a sua!

Inscrições até dia 21 de novembro pelo e-mail:adriana@clubeendorfina.com.br

 

MÚSICA NA CORRIDA: AJUDA OU ATRAPALHA?

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Primeiro, veja o que pensa o treinador CARLOS GOMES VENTURA:

“Correr ou caminhar com headfones é uma maneira agradável de se fazer uma atividade aeróbia. Sintomas de cansaço, ansiedade para terminar a atividade, pensamentos sobre problemas do dia a dia, são amenizados com a companhia de música, notícias, informações. O individuo consegue ter um bom rendimento e as características de fadiga, cansaço, preocupações, acabam não atrapalhando o desenvolvimento.

O principal problema é que com os headfones a pessoa às vezes fica distraída e pode, ao atravessar uma rua, não ouvir uma buzina, ou correndo em uma estrada não ouvir o que acontece no trânsito. Por isso, com headfone ou não, sempre sugiro que os atletas corram ou caminhem no fluxo contrário ao do trânsito (na contramão).

Eu mesmo durante meus trotes ou caminhadas, consigo atingir os tempos que programei ouvindo noticiário do dia e completando os percursos com muita tranqüilidade.O individuo consegue uma melhor performance quando seus pensamentos saem do que está fazendo e se situa em coisas agradáveis, como música essencialmente.

Somente a atletas de alto nível não recomendo o uso de headfones, pois os objetivos são diferentes.”

O treinador NILSON DUARTE MONTEIRO, contudo, pensa diferente:

Eu particularmente não consigo correr com headfones. Primeiro que ficam caindo, segundo que tira minha atenção e terceiro: eu gosto de correr olhando para a paisagem.

Eu penso que não é uma boa correr com esse troço no ouvido, pois tem o problema do cara acostumar a usar essa porcaria e no futuro ter problemas de audição. Outro problema é para quem corre no asfalto por falta de opção de lugares melhores para se correr, pois desvia a atenção do corredor, o cara não escuta os perigos que possam vir por trás, como carros, bicicleta, ou na hora de atravessar uma rua não ter atenção e nem escutar o que vem do outro lado, ou seja, pare, olhe e escute.

Essas geringonças tiram a concentração. O cara sai para treinar, estou falando não só de corredores profissionais, mas, também dos amadores que querem melhorar suas marcas, então, com essas coisas nos ouvidos ele se distrai com uma música e não presta atenção no ritmo que deveria empregar no treino.

Não sei se vocês já notaram, velocistas usam essas coisas, mas, só no aquecimento, na hora do treino ou da competição o bagulho está na bolsa. Vocês já viram algum corredor de fundo de elite correr com esses troços nos ouvidos? Não, porque eles tem que estar concentrado na prova.

O grande Haile Gbressalassie quando quebrou o recorde dos 10.000m, num deles, ele pediu para os organizadores do meeting que tocassem uma música que ele gostava muito nos auto-falantes do estádio, pois aquela música o motivava, mas, era nos auto-falantes do estádio, ele não estava com os headfones, e nem poderia, pois o ritmo que ele imprime nas competições não deixaria o fones de ouvidos parar no lugar e nem os organizadores permitiriam que ele corresse com eles.

Resumindo: quer escutar uma boa música para relaxar, deite-se na sala ou no chão do quarto, feche os olhos e deixe o som rolar. Trabalhando, se exercitando, sei lá, fazendo qualquer coisa, não é bom ficar com essas porcarias nos ouvidos. Além de tirar a atenção, prejudica a audição.”

O professor LUÍS TAVARES tem uma opinião mais moderada:

“Ajuda em termos de ser um motivador enquanto corre, disfarçando o cansaço e fazendo com que o tempo passe mais rapidamente.

Porém, deve-se evitar escutar em um volume muito alto, ao ponto de não escutar os ruídos externos, como buzina. Uma forma de perceber se o som está em um nível satisfatório de segurança, é de você poder correr com seu companheiro e conversar normalmente, mesmo com o som ligado. Se estiver escutando seu amigo falar normalmente, o som está em um volume bom.

Eu particularmente aconselho meus alunos a usarem músicas apenas em treinos mais longos, e depende muito do tempo de corrida.

Já os trabalhos mais específicos como trabalhos intervalados ou fartlek, onde exige mais atenção, não aconselho música para não atrapalhar sua concentração.”